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SEGUNDO ESTUDO,AMOR ENTRE CACHORRO E DONO É O MESMO DE MÃE E FILHO

Segundo estudo, amor entre cachorro e dono é o mesmo de mãe e filhoMãe de cachorro também é mãe. E, se alguém ainda duvidava disso, agora um estudo vem esclarecer de vez essa questão. Artigo de Juju Massena Mãe de cachorro também é mãe. E, se alguém ainda duvidava disso, agora um estudo vem esclarecer de vez essa questão. Segundo uma pesquisa realizada pela universidade japonesa Azabu, de fato existe um vínculo especial entre o homem e seu melhor amigo. Esse vínculo é construído a partir de um processo hormonal ativado quando se olham, que funciona de maneira muito semelhante ao que se dá entre mãe e filho. É que esse olhar dispara tanto no cachorro quanto no seu dono os níveis de ocitocina no cérebro, hormônio relacionado a conduta paternal e maternal. A ocitocina atua também como neurotransmissor no cérebro e tem um papel importante no reconhecimento e estabelecimento de vínculos sociais, assim como na formação de relações de confiança. Para realizar a pesquisa, os cientistas colocaram v…
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UM CONTO JUDAICO: A VIDA SEM AMOR NÃO TEM SENTIDO

Um conto Judaico* {Shalom Boker Tov}               
Iehudá ben David

Diz um conto Israelita que:
"Um jovem foi visitar um sábio conselheiro e contou-lhe sobre as dúvidas que tinha à respeito do AMOR.
O sábio escutou-o, olhou-o nos olhos e disse-lhe apenas uma coisa:
— Ame.
E logo se calou! 
Disse o rapaz:
— Mas, ainda tenho as dúvidas...
— Ame, disse-lhe novamente o sábio! 
E, diante do desconserto do jovem, depois de um breve silêncio, disse-lhe o seguinte:
— Meu filho, amar é uma decisão, não um sentimento!
Amar é dedicação e entrega; amar é um verbo e o fruto dessa ação é o amor! 
O amor é um exercício de jardinagem! Arranque o que faz mal, prepare o terreno, semeie, seja paciente, regue e cuide.
Esteja preparado porque haverá pragas, secas ou excessos de chuvas, mas nem por isso abandone o seu jardim.
Ame, ou seja, aceite, valorize, respeite, dê afecto, ternura, admire e compreenda.
Simplesmente. Ame!!!
Sabes porquê? 
Porque a inteligência, sem amor, te faz perverso;
A justiça, sem amor, te faz…

A DIFERENÇA ENTRE ADORAR E AMAR EXPLICADA PELO PEQUENO PRÍNCIPE

A diferença entre adorar e amar explicada pelo Pequeno PríncipeAdorar e amar são dois sentimentos de grande significância, mas não são sinônimos. Abaixo, você encontrará um trecho do diálogo entre o Pequeno Príncipe e a Rosa. Nele, o principezinho nos explica como devemos entender cada um deles. Adorar e amar são dois sentimentos de grande significância, mas não são sinônimos.
Abaixo, você encontrará um trecho do diálogo entre o Pequeno Príncipe e a Rosa. Nele, o principezinho nos explica como devemos entender cada um deles.
– Eu te amo- disse o Pequeno Príncipe. -Eu também o adoro – disse a Rosa. -Mas não é a mesma coisa- respondeu o Pequeno Príncipe e continuou – Adorar é tomar posse de algo ou alguém. É esperar que os outros cumpram com as nossas próprias expectativas de afeto ou companhia. Adorar é tornar nosso o que não nos pertence, é tomar posse de algo na esperança de que isso nos preencha, porque em algum ponto, todos nós nos reconhecemos carentes. Adorar é se apegar ao outro a par…

ABUSO AFETIVO.QUANDO O AMOR SE TRANSFORMA EM DOMINAÇÃO E VIOLÊNCIA.CARACTERÍSTICAS PSICOLÓGICAS DO AGRESSOR

Abuso afetivo. Quando o amor se transforma em dominação e violência

Quase invisível, de forma imperceptível, o abuso afetivo se configura no momento em que o excesso de amor se transforma em dominação e violência.Por: Pascale Senk – Le Figaro Santé  Fonte: Saúde 247 Trata-se de um pequeno “excesso” de quase nada. A chantagem de um amigo a outro – “Se você não for ao bar conosco, nós não iremos”- ou o humor fora de lugar de uma avó a suas netas – “Se vocês quiserem uma parte da herança que vou deixar, comecem por me dizer bom dia!”- À cada vez, sob o disfarce de uma banal reflexão, o que se exprime nessas frases é na verdade uma mensagem cheia de coisas não-ditas que, durante muito tempo, ficaram reprimidas. As festas familiares, aniversários, casamentos, Natal, são geralmente ocasiões ideias para esses lançamentos de farpas e de cobranças muitas vezes disfarçadas de gentilezas e agrados. O psiquiatra francês Christophe André estuda essas maneiras bem humanas de “se morder psicologicamente”…