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O QUE O AMOR TEM A VER COM A CONSCIÊNCIA ? - COMO ESTABELECER UM RELACIONAMENTO CONSCIENTE DENTRO DA MATURIDADE EMOCIONAL

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Fala-se muito em consciência. Mas o que o amor tem a ver com a consciência?
Tudo o que vem a você pode ser transformado pelo Amor, porque o Amor é a essência da Unidade, seu Ser mais profundo. Amor, Consciência, Sabedoria, Beleza são propriedades do Ser em todas as coisas. Tudo o que existe é Amor. Esse Amor não é reconhecido diariamente porque a mente ainda está envolvida em medos e desejos. A base da mente condicionada é o medo e o desejo. A mente em ignorância de sua natureza como Amor Consciente vive sempre em insatisfação e incompletude. Enquanto que a mente que vive a serviço do amor Consciente se manifesta como sabedoria e clareza.
Todo momento é sagrado do ponto de vista do Ser. E todo momento é um problema do ponto de vista da mente condicionada. Quando a luz do Ser invade a mente, esta se transforma numa ferramenta criativa dentro do mundo. Quando o Ser Consciente esclarece a mente, aprendemos a olhar tudo com abertura. É o início de uma diminuição de nossas reações e impulsos inconscientes.
(trecho do livro MOMENTO SAGRADO, de Sambodh Naseeb)
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O amor “consciente” e a maturidade emocional

Durante toda a nossa vida nos venderam o chamado “amor romântico” quase que de forma constante. Lemos sobre ele em vários livros, nos rendemos a ele em  mil e um filmes, nas centenas de séries de televisão e, inclusive, através da moda e da publicidade.

Poderíamos dizer, então, que o “amor romântico” é uma espécie de fraude? Talvez não tanto, ou talvez sim… A despeito disso, poderíamos defini-lo mais como um “amor inconsciente”, já que de certo modo, não é mais que uma idealização das relações afetivas. É aí que estabelecemos um apego muito intenso e uma dependência mútua que quase nunca termina bem.
Não é bom idealizar o amor, nem fantasiar sobre como deve ser nosso par ideal. Possivelmente, nunca conseguiremos encontrá-lo se vivermos de acordo com esse padrão perfeito que sonhamos para nós mesmos. Às vezes, costuma-se dizer que “o amor verdadeiro não vem de repente para alguém, ele parte do nosso próprio interior”.
Ou seja, a relação perfeita deve ser construida de modo “consciente”, com esforço, dedicação e maturidade emocional.

O amor “consciente” que teme a solidão

Falemos do amor “consciente”. Se você nunca ouviu esta expressão vale a pena aprofundar-se nela através de umas pinceladas que, imediatamente, encenarão como são essas relações afetivas que queremos descrever para você:
– Os casais que se amam de modo “consciente” não se veem como metades um do outro, como a metade da laranja com a qual precisam se unir para serem uma só pessoa. Absolutamente. São pessoas completas, que não temem a solidão, são laranjas inteiras que oferecem sua plenitude e sua maturidade emocional livremente para seu par, para serem mutuamente felizes
– As pessoas que estabelecem relações “inconscientes” são, geralmente, imaturas. Procuram outras pessoas para preencher seus vazios emocionais, para encontrar um equilíbrio em seus problemas e estabelecer, por sua vez, um tipo de apego geralmente tóxico. Para isso, não têm dúvidas quando à manipulação, estabelecem chantagens sutis, pois, antes de tudo, temem ficar sozinhos novamente nessa imaturidade com a qual ainda não puderam aprender a lidar.
– No entanto, as pessoas que veem a si mesmas como completas e que têm a sorte de encontrar, por sua vez, pares igualmente maduros emocionalmente, são capazes de criar esse amor “consciente”, onde tudo flui com normalidade. Não há exigências, não há vazios a serem preenchidos, há apenas uma confiança mútua e um entendimento onde, diariamente, será construído o amor verdadeiro. Não um ideal. O autêntico.
o amor consciente não teme

Como estabeler um relacionamento consciente

É possível estabelecer vínculos afetivos que realmente funcionem? Naturalmente, sim. Estabelecer uma relação baseada em um amor consciente, em primeiro lugar, não deve partir de uma necessidade de preencher um vazio emocional, já que não se trata de procurar, pois no momento em que usamos essa palavra, evidenciamos uma falta, uma necessidade.
Trata-se de esperar, de nos deixar levar pelo caminho onde o mais importante somos nós em primeiro lugar. Aprecie mais você mesmo, suas experiências, seu dia a dia, onde você pode aprender de tudo, onde pode se enriquecer como pessoa para amadurecer por dentro. O amor chegará quando tiver que aparecer, mas não se esforce para criar um ideal na busca da pessoa perfeita.
Para entender melhor, tome nota dos seguintes conselhos:
1. O melhor é que você não tente encontrar a pessoa perfeita. Comece por você mesmo, crie, em primeiro lugar, a pessoa que você quer ser. 
2. Construa seu equilíbrio emocional, reforce sua autoestima, defenda seus valores.
3. É importante que você aprenda a estar só; entenda que a solidão não é prejudicial nem perigosa. Não se esforce a estar com ninguém só por ter medo.
4. Nunca perca a imaginação e a inocência ao iniciar novos relacionamentos. Não tenha medo de cometer os mesmos erros do passado; você aprendeu muita coisa com estes erros e sabe muito bem do que precisa agora.
5. Nós sabemos que, de certo modo, temos um ideal de como queremos que seja nosso par perfeito. É algo que ninguém pode evitar. Entretanto, se estiver tão claro assim,, seja você mesmo a pessoa que você quer ter ao seu lado… Afinal de contas, a pessoa adequada se refletirá em você.
6. Finalmente, tenha sempre em conta um aspecto: você merece ser amado(a) plenamente. Nunca duvide disso.
Créditos da imagem: Benjamin Lacombe
Fonte:https://amenteemaravilhosa.com.br/o-amor-consciente-e-a-maturidade-emocional/
maturidade emocional

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Metade

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Que a morte de tudo em que acredito
Não me tape os ouvidos e a boca
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Que a mulher que amo seja pra sempre amada
Mesmo que distante
Pois metade de mim é partida
A outra metade é saudade
Que as palavras que falo
Não sejam ouvidas como prece nem repetidas com fervor
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Pois metade de mim é o que ouço
A outra metade é o que calo
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